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quinta-feira, 9 de maio de 2013

Vídeo capta meteoro 'desgarrado do Halley' na Grã-Bretanha

Imagens do meteoro foram captadas por câmeras de circuito interno da BBC em Cardiff, no País de Gales.
Segundo a astrônoma Maggie Aderin-Pocock, o fenômeno teria sido provocado por detritos do cometa Halley.
"O que foi pouco usual sobre esse meteoro foi seu tamanho. Parece que esse foi particularmente grande e brilhante, por isso chamou tanto a atenção", afirmou.
Segundo ela, o corpo celeste é muito provavelmente parte da chuva de meteoros Eta Aquarids, que são os detritos deixados pelo caminho pelo cometa Halley.
"Duas vezes ao ano, passamos pelos detritos deixados pelo cometa, e quando isso acontece, vemos mais estrelas cadentes, mas desta vez deve haver um pedaço maior deixado pelo cometa, o que provocou a visão de um meteoro tão brilhante", explicou.
Fonte: BBC Brasil

Japão cria robôs que detectam mau hálito e chulé

Um dos robôs se assemelha à cabeça de uma mulher e se chama Kaori, que em japonês significa "cheiro" ou "fragrância". O outro se chama Shuntaro e tem o formato de um cãozinho.
Os detalhes a respeito das duas máquinas foram revelados pelo diário japonês Asahi Shimbun. O robô detector de mau hálito atua da seguinte forma: o usuário dá uma baforada diante do rosto de Kaori. Se seu hálito estiver agradável, ela dirá: "um bom cheiro, sem problemas". Se não estiver tão bom, dirá coisas como "seu hálito está meio fedido" ou ainda "isso está ruim, intolerável".
E quando o seu hálito está realmente malcheiroso, Kaori diz: "Está declarado um estado de emergência; isso ultrapassa o limite da minha tolerância".
Chulé derruba cãozinho
Já o cão-robô Shuntaro balança a cabeça enquanto analisa os odores que emanam do pé de um usuário. Se o cheiro está decente, ele se aproxima do pé da pessoa e os alto-falantes do robô tocam a Quinta Sinfonia de Beethoveen.
Se o cheiro não for muito agradável, ele dá um grunhido. Mas se o chulé realmente for forte, a cabeça do cão-robô cai ao chão, como se ele desmaiasse.
As máquinas se valem de sensores disponíveis no mercado, o que deixa claro como a tecnologia já evoluiu.
Os dois robôs foram criados pela companhia japonesa CrazyLabo e pelo Colégio Nacional de Tecnologia de Kitakyushu.
As máquinas se valem de sensores de gás capazes de identificar odores específicos. A informação é proecessada por computadores que, por sua vez, controlam a resposta dos robôs.
Após ter anunciado estes dois primeiros produtos, o CrazyLabo diz que agora pretende tornar seus robôs rentáveis, alugando-os para diferentes eventos.
O presidente da companhia, Kennosuke Tsutsumi, disse ter se inspirado em reclamações de sua própria família a respeito de seus odores corporais.

Uso médico

Mas além de utilizações bem-humoradas como a feita pelos especialistas japoneses, já estão sendo desenvolvidos produtos tecnológicos com finalidades médicas que se valem de odores.
Uma companhia holandesa, a Enose, está desenvolvendo um kit de diagnóstico chamado Aenose, que busca, no odor, sinais de tuberculose, asma e câncer de garganta.
A empresa americana Alpha Szsenszor está desenvolvendo um equipamento feito para estudar o hálito humano a fim detectar câncer de pulmão e outras doenças.
E a britânica Universidade de Bristol está desenvolvendo um projeto chamado Odour Reader (Leitor de Odores), que analisa vapores coletado de amostras de fezes dos pacientes para ajudar a diagnosticar causas de diarreia.
Mesmo assim, as tecnologias atuais são ainda menos sofisticadas do que o nariz humano.
O sistema olfativo humano contém cerca de 100 milhões de receptores que fazem uso de cerca de 350 milhões de diferentes tipos de proteínas. Já os "narizes eletrônicos" costumam usar 32 ou menos sensores químicos.
Fonte: BBC Brasil

Freira idosa é condenada por invadir planta nuclear nos EUA

A irmã Megan Rice e os ativistas Michael Walli, 64, e Greg Boertje-Obed, 56, admitiram terem cortado a cerca e entrado na planta Y-12, em Oak Ridge, no estado americano de Tennessee, que processa e armazena urânio enriquecido, usado para bombas nucleares.
O incidente, ocorrido em julho de 2012, desencadeou mudanças nos planos de segurança do local.
A sentença dos três condenados ainda não foi definida, mas pode chegar a até 20 anos de prisão, por sabotagem ao local.
Mas advogados de defesa dizem que os ativistas realizaram apenas um protesto simbólico e não prejudicaram o funcionamento da instalação nuclear.
Megan Rice disse não se arrepender de seu ato. "Meu arrependimento é ter esperado 70 anos (para fazê-lo)", disse à imprensa local. "(A planta) causa apenas morte."
Ao ouvir a condenação perante a Corte, Rice levantou-se e sorriu. Seus simpatizantes choraram e cantaram músicas de protesto.

Segurança

O trio admitiu perante a Justiça ter invadido a planta nuclear, caminhado pelo local, grafitado palavras de ordem e destruído uma parede com um martelo. Eles passaram duas horas lá dentro. Os danos teriam sido de US$ 8,5 mil (R$ 17 mil), pelo fato de as operações da planta terem sido supostamente afetadas.
Depois do incidente, o Congresso americano e o Departamento de Energia investigaram a segurança do local e identificaram "amostras de inaptidão".
A empresa que cuidava da segurança do local foi substituída.
"Somos uma nação de leis", declarou ao júri o promotor Jeffrey Theodore. "Você não pode tomar a lei em suas mãos e forçar suas opiniões sobre as demais pessoas."
Ao mesmo tempo, autoridades admitiram que os três manifestantes nunca chegaram perto do material nuclear presente em Y-12.
O advogado de defesa Francis Lloyd diz que seus clientes foram "bodes expiatórios", punidos por conta das falhas de segurança encontradas na planta.
Em declaração à corte, Boertje-Obed disse que "armas nucleares não oferecem segurança. Nossas ações (ao invadir o local) estavam oferecendo segurança real e expondo a falsa segurança."
Fonte: BBC Brasil

Planta que brilha no escuro pode ser solução para iluminação sustentável

Nada de lâmpadas eficientes! No futuro, são as plantas que poderão iluminar as casas. Imagine não precisar ligar a luz para deixar o ambiente claro e ainda encher o local de verde. Isso pode ser possível graças ao projeto Glowing Plant, que promete desenvolver plantas que brilham no escuro.
Os protótipos estão sendo desenvolvidos por um grupo de biólogos e engenheiros dos Estados Unidos, por meio da biologia sintética. Ou seja, eles pretendem identificar genes de bactérias bioluminescentes para utilizar a sequência de DNA em outras plantas, permitindo que elas consigam produzir luz. Segundo o chefe de Genética da Harvard Medical School, George Church, que trabalha extensivamente em engenharia de biossegurança, o projeto é 100% seguro. 
Durante as pesquisas, os cientistas ainda não conseguiram fazer com que as primeiras plantas brilhassem tanto como as pessoas gostaria. Mas eles explicaram que, nesta fase inicial do projeto, a ideia é conseguir fazer com que a planta possa ser vista claramente no escuro, mas não a ponto de ser substituída por lâmpadas.
Para conseguir levar os estudos adiante a equipe busca financiamento, através do site kickstarter. Em menos de duas semanas de divulgação o desejo de arrecadar 65 mil dólares foi superado, e já alcançou o valor de 270 mil dólares. E olha que ainda falta quase um mês para o prazo final da arrecadação, previsto para 7 de junho.
Quem ajudar com o Glowing Plant receberá em casa as sementes incandescentes, assim que elas forem finalizadas. Segundo os criadores a oportunidade é única, pois não existe ainda a possibilidade de comercialização do produto.
Será que as plantas incandescentes serão no futuro a solução para uma iluminação sustentável? É esperar para ver.

terça-feira, 7 de maio de 2013

Homem não foi expulso da Arábia Saudita por ser bonito demais

Há algumas semanas, se espalhou na internet a notícia que um homem da Arábia Saudita havia sido expulso do país por ser bonito demais. Porém, essa informação foi negada e o homem não teria sido deportado do país Árabe. 
As autoridades do país afirmam que Borkan Omar Al-Gala foi expulso de um evento, pois estava fazendo uma dança que era contrária à moral e aos bons costumes do lugar, mas nunca foi exilado do país.
Segundo o site The Clinic, a informação que indicava que Borkan tinha sido expulso do país foi lançada por um site inglês que errou na tradução de um texto publicado pelo site Aslawmix Árabe.
O modelo, ator e fotógrafo não disse nada sobre a polêmica, mas ganhou milhares de fãs durante estas semanas, conseguindo ser, sem querer, conhecido em todo o mundo.
Fonte: A Notícia

Passa de 700 número de mortos após desabamento em Bangladesh

O número de mortos no desabamento de um edifício de oito andares em Dacca, Bangladesh, passou de 700, depois que novos corpos foram encontrados nesta terça-feira. De acordo com o coordenador do resgate, capitão Shahid Ahsan Bhuiyan, "o balanço agora é de 715 mortos".
Centenas de sobreviventes do pior acidente industrial em Bangladesh bloquearam nesta terça uma estrada importante para exigir o pagamento de indenizações e de salários pendentes. O edifício, que tinha cinco unidades de confecção, desabou no dia 24 de abril quando quase 3 mil pessoas trabalhavam.
Segundo os investigadores, as vibrações provocadas por quatro enormes geradores de energia elétrica instalados nos andares superiores provocaram o desastre.
A polícia de Bangladesh prendeu 12 pessoas, incluindo o proprietário do edifício e quatro pessoas responsáveis pelas fábricas, por terem forçados os trabalhadores a permanecer no local apesar das rachaduras constatadas no imóvel um dia antes da tragédia.

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Polícia tailandesa salva 1,3 mil cães do tráfico de carne

Mil e trezentos cães enjaulados em péssimas condições e possivelmente destinados ao contrabando de carne para pratos exóticos foram resgatados em menos de uma semana no na fronteira nordeste da Tailândia.
Cerca de 300 cães foram achados na província de Bueng Kan, depois que na véspera outros 400 foram restados. Seiscentos animais foram libertados ao longo da semana passada.
— Alguns cães foram abandonados, alguns foram roubados ou vendidos por seus proprietários — afirmou uma fonte policial.
Os animais resgatados foram levados para um centro de quarentena na província de Nakhon Phanom.
— Trata-se de uma rede transnacional que os leva para outros países. A maioria se destina ao contrabando de carne — afirmou o chefe do centro de quarentena, Chusak Pongpanich.
Os cães sã parte essencial da culinária tradicional da região, principalmente no Vietnã.
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